DIF // diferenciais
Três diferenciais. Todos dentro do mesmo produto.
Gestor de tráfego que para no clique entrega metade do trabalho. Os meus diferenciais estão na outra metade: o que acontece com o lead, o que o algoritmo aprende com ele e onde a venda trava.
DIF.01 // responsabilidades
Pós-clique de ponta a ponta
Eu acompanho o lead do anúncio até o desfecho. Isso não quer dizer que eu atendo o seu cliente. Quer dizer que cada lado sabe exatamente a sua parte, e os dois olham o mesmo número.
A minha parte
- campanhas, verba e direção criativa;
- rastreamento e dado de volta para as plataformas;
- lead dentro do perfil que combinamos;
- leitura semanal com a decisão da semana.
B a parte do seu comercial
- primeira resposta no prazo combinado;
- follow-up com data marcada;
- desfecho registrado em cada oportunidade;
- retorno honesto sobre a qualidade dos leads.
A+B o que une os dois
O registro de cada contato, no seu CRM ou na planilha que eu entrego, com origem, responsável, prazo e desfecho. É nele que a conversa entre tráfego e comercial deixa de ser opinião.
O seu comercial tem a responsabilidade dele, eu tenho a minha. Quando as duas estão escritas e a conversa entre os lados é direta, o trabalho tem a melhor condição que existe. Condição, não garantia. Por isso eu combino tudo por escrito.
Tráfego ou comercial? Com dado, sem achismo.
Quando o seu CRM não mostra o caminho do lead, eu indico a OKNO, parceira de CRM e empresa independente. Com ela, a sua empresa e eu passamos a ver cada contato do anúncio à venda, desde que o seu time registre cada desfecho. Com esse dado, a conversa sobre onde está o gargalo deixa de ser opinião. Se o seu CRM já faz isso, eu trabalho com o seu. A contratação é opcional e segue direto com a OKNO.
DIF.02 // sinal
O dado volta para as plataformas
O Google e a Meta otimizam para o sinal que recebem. Se o único sinal é o formulário preenchido, o algoritmo traz mais gente que preenche formulário, e boa parte dessa gente não compra.
Por isso eu devolvo para as plataformas o que aconteceu depois do clique: o lead qualificado e a venda fechada, registrados no CRM ou na planilha. No Google, por importação de conversões offline e conversões otimizadas. Na Meta, pela API de Conversões. Com esse dado, a campanha passa a procurar perfis parecidos com quem comprou.
- Evento de lead qualificado definido junto com o comercial.
- Venda com valor, quando o registro traz o valor.
- Eventos sem contagem em dobro entre pixel, API e site.
- Só segue o dado que a LGPD e as políticas das plataformas permitem, com consentimento.
DIF.03 // lente
Leitura comercial
Estruturar o seu comercial não está no contrato. Está no meu olho. Fui supervisor de vendas nacional no agro, com dez vendedores em vários estados, e antes disso operei mídia em empresas onde o comercial decidia o mês.
Por isso acho rápido onde o lead esfria: na demora da primeira resposta, no retorno que não acontece, no desfecho que ninguém registra. Eu aponto o gargalo e mostro com número por que ele importa: é ele que define como eu compro a sua mídia. Não treino equipe, não escrevo roteiro de vendas e não assumo meta de fechamento. Corrigir é com o seu time.
o que eu costumo enxergar
- Lead respondido horas depois, quando já falou com o concorrente.
- Vendedor que escolhe quem atende e deixa o resto esfriar.
- Follow-up sem data, que depende da memória de alguém.
- Lead bom chamado de ruim porque ninguém registrou o que aconteceu.
- Oferta que funciona no anúncio e se perde na primeira mensagem.
e a inteligência artificial?
A IA é ferramenta. Quem decide sou eu.
Uso inteligência artificial como uso o Google Ads: como ferramenta de trabalho. Com ela eu leio as contas mais a fundo, testo mais variações de texto e cruzo dados que antes esperavam o fim do mês. O que testar, o que cortar e onde pôr a verba é critério, e critério é de quem opera.
Como a IA entra no meu trabalho// próximo passo
Os três diferenciais começam no diagnóstico: são 22 pontos, e 9 deles ficam depois do clique, onde quase ninguém olha.